Foto: Divulgação/pmjm
A Secretaria Municipal de Assistência Social, juntamente com o Conselho
Municipal de Assistência Social, realizaram na última terça-feira (6) a
IX Conferência Municipal de Assistência Social de João Monlevade.
O evento é referente ao cumprimento à Lei Municipal nº 1313/95, que têm
por atribuição a avaliação da política da assistência social e a
definição de diretrizes para o aprimoramento do Sistema Único da
Assistência Social (Suas).
A conferência foi realizada na Associação dos Trabalhadores Aposentados e
Pensionistas de João Monlevade durante todo o dia e contou com diversas
atividades como oficinas temáticas, palestras e serviços desenvolvidos
pela Secretaria.
O objetivo da Conferência é analisar, propor e deliberar as diretrizes
para gestão e financiamento do Suas, além de eleger seis delegados
titulares e seis suplentes que representarão o município na X
Conferência Estadual de Assistência Social, marcada para os dias 16, 17 e
18 de outubro, no Tauá, em Caeté.
A assistente social e coordenadora do Centro de Referência Especializada
de Assistência Social (Creas), Tatiana Meireles Siqueira, palestrou
sobre “A Gestão e o Financiamento na Efetivação do Suas”. Foram
discutidas políticas públicas para o setor, enumerando os desafios para
melhorar suas ações em prol da promoção e da qualidade de vida das
famílias em situação de vulnerabilidade social.
Tatiana Meireles Siqueira
Geraldo Domingues (Diretor da Acinpode)
Reivindicando as ações e resultado tendo em vista o que se nota pouco foi concretizado em relação as outra conferencias e precisamos juntos fazer acontecer para o bem comum de todos. Com parcerias entre todas as esferas da sociedade.
Foram contemplados com uma placa de reconhecimento pelo trabalho realizado junto ao COMAS....
Todas as pessoas devem ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, as origens étnicas, a opção sexual ou as deficiências.Uma sociedade aberta a todos, que estimula a participação de cada um e aprecia as diferentes experiências humanas, e reconhece o potencial de todo cidadão, é denominado sociedade inclusiva.
A sociedade inclusiva tem como objetivo principal oferecer oportunidades iguais para que cada pessoa seja autônoma e auto-determinada.
Dessa forma, a sociedade inclusiva é democrática, reconhece todos os seres humanos como livres e iguais e com direito a exercer sua cidadania.
Ela é, portanto, fraterna: busca todas as camadas sociais, atinge todas as pessoas, sem exceção, respeitando-as em sua dignidade.
Mas, para que uma sociedade se torne inclusiva, é preciso cooperar no esforço coletivo de sujeitos que dialogam em busca do respeito, da liberdade e da igualdade.
Como sabemos nossa sociedade ainda não é inclusiva. Há grupos de pessoas discriminadas, inclusive nas denominações que recebem: inválido, excepcional, deficiente, mongol, down, manco, ceguinho, aleijado, demente...
Essas palavras revelam preconceito, e, através delas, estamos dizendo que essas pessoas precisam mudar para que possam estar convivendo na sociedade. O problema é do surdo, que não entende o que está sendo dito na TV, e não da emissora que não colocou a legenda; é do cego, por não saber das novas leis, e não do poder público que não as divulga oralmente ou em braile; é do deficiente físico, que não pode subir escadas, e não de quem aprovou uma construção sem rampas. Assim, dizemos que é de responsabilidade da pessoa com deficiência a sua integração à sociedade.
O termo inclusão, diferentemente, indica que a sociedade, e não a pessoa deve mudar. Para isso, até as palavras e expressões para denominar as diferenças devem ressaltar os aspectos positivos e, assim, promover mudança de atitudes em relação a essas diferenças.
É nosso dever fornecer mecanismos para que todos possam ser incluídos.
ASSIM...
PODE...
MUITO MAIS!!!







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