
Sensores detectam ordens do cérebro à perna e faz com que pequenos motores movimentem de forma automática os mecan ismos do joelho e o tornozelo.
A Cyberdyne, uma empresa japonesa de robótica, criou uma perna artificial capaz de interpretar os sinais do cérebro e movimentar-se a partir de suas ordens, permitindo ao usuário caminhar de forma "fluente", informaram hoje a Efe fontes da companhia. A perna ortopédica permite aos pacientes caminhar de forma natural, sem a ajuda de muletas, segundo a empresa. Quando os sensores detectam que o cérebro envia a ordem de movimento à perna, os pequenos motores instalados na extremidade artificial movimentam de forma automática os mecanismos do joelho e o tornozelo.
O aparelho usa a mesma tecnologia utilizada em 2008 para o revolucionário traje-robô batizado como "HAL", uma espécie de armadura cibernética que permite facilitar os movimentos de idosos e pessoas com necessidades especiais. A previsão é que o aparelho possa ser comercializado em cerca de quatro anos. Além disso, a empresa deve aplicar os mesmos princípios robóticos para fabricar braços artificiais com fins ortopédicos.
Até agora, o principal produto da companhia era o "HAL", que aumenta as capacidades físicas do corpo humano e é recomendado a pacientes com problemas musculares ou incapacidades físicas.
Fonte: Uol
A Cyberdyne, uma empresa japonesa de robótica, criou uma perna artificial capaz de interpretar os sinais do cérebro e movimentar-se a partir de suas ordens, permitindo ao usuário caminhar de forma "fluente", informaram hoje a Efe fontes da companhia. A perna ortopédica permite aos pacientes caminhar de forma natural, sem a ajuda de muletas, segundo a empresa. Quando os sensores detectam que o cérebro envia a ordem de movimento à perna, os pequenos motores instalados na extremidade artificial movimentam de forma automática os mecanismos do joelho e o tornozelo.
O aparelho usa a mesma tecnologia utilizada em 2008 para o revolucionário traje-robô batizado como "HAL", uma espécie de armadura cibernética que permite facilitar os movimentos de idosos e pessoas com necessidades especiais. A previsão é que o aparelho possa ser comercializado em cerca de quatro anos. Além disso, a empresa deve aplicar os mesmos princípios robóticos para fabricar braços artificiais com fins ortopédicos.
Até agora, o principal produto da companhia era o "HAL", que aumenta as capacidades físicas do corpo humano e é recomendado a pacientes com problemas musculares ou incapacidades físicas.
Fonte: Uol
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