Dicas de como agir nas ruas
1
- Aguardar na calçada o melhor momento para efetuar uma travessia,
lembrando que para a pessoa com deficiência o tempo de cruzar a rua será maior
2
– É mais seguro para a pessoa com deficiência visual atravessar com
ajuda ou cruzar a via logo que perceber que os demais pedestres estão
fazendo o mesmo

3 - Ao cadeirante é importante observar se o local de travessia dispõe de rampa de acesso entre as calçadas. Caso não haja, a travessia vai demandar um tempo maior

4
– Cuidado para atravessar entre carros ou caçambas, o cadeirante fica
numa posição difícil de ser visto pelos motoristas, o ideal é sempre
atravessar na faixa de pedestres
5 –
Caso encontre um deficiente visual parado na calçada, não o puxe nem o
empurre, forçando-o a atravessar a rua. Deve-se perguntar antes se ele
quer fazer o movimento. Não e porque ele é cego que tenha,
obrigatoriamente, que viver cruzando ruas

6
– Quando você avistar um cego querendo atravessar a rua, não grite para
ele avisando que pode fazê-lo. Ele pode se assustar com a situação,
ficar desorientado. Ajude com segurança, oferecendo o braço, de forma
tranquila
7 – Você não precisara
avisar o cego que vai virar à direita ou esquerda, que vai descer o
meio-fio. Ele consegue percebera e interpretara os movimentos corporais

8
– Em uma calçada sem guia rebaixada (rampa) pergunte ao cadeirante a
melhor forma de ajudar a vencer o obstáculo. Não faça manobras bruscas
por conta própria com a cadeira
9 –
Quando se oferecer de guia para um cego não o confunda, cruzando uma rua
em diagonal. Isso pode fazê-lo perder a orientação. Efetue o cruzamento
em L; mais seguro para qualquer pessoa

10 – Para pessoas com deficiência ou sem deficiência, o ideal e correto é sempre atravessar na faixa de pedestres.
Lendo o Blog Assim como você, escrito pelo Jairo Marques, gostei muito das dicas que ele propôs nesse post e resolvi compartilha-lhas com os leitores aqui do blog. As dicas são simples e podem ajudar muita gente a entender de que forma deve ajudar a um deficiente na rua e como um deficiente deve agir para manter a sua segurança. São 10 dicas e as ilustrações são do Jean Glavão.
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